terça-feira, maio 31, 2011

Test Drive

Deveria haver um a lei, ou um código de honra inquebrantável, que obrigasse os publicitários e garotos-propaganda a usarem os produtos e serviços antes da divulgação.

Assim, os criativos, modelos e artistas que fazem comerciais de cervejas populares deveriam consumir essas bebidas com regularidade e em quantidade durante pelo menos um mês antes de aparecer no estúdio para a gravação. Não vale depois do consumo fazer ginástica para esconder a barriguinha ou usar editor de imagem para encolher a circunferência abdominal.

Mesma coisa com quem anuncia banco, carros, remédios, cosméticos, produtos de limpeza, serviços públicos. Tem que ir de cara lavada gravar. Se no fim do uso ainda estiverem convictos sobre os supostos benefícios que os produtos anunciados oferecem à população, estariam liberados para gravar esses comerciais.

sexta-feira, maio 20, 2011

terça-feira, maio 17, 2011

Os maiores inimigos do Homem

Antes a boca era o maior inimigo do Homem. Por isso que todo mundo tem uma boca só, dois ouvidos e dois olhos: para ouvir e ver mais do que falar. Com a internet, o inimigo se multiplicou por dez. São dez dedos capazes de aprontar o maior estrago na vida de alguém.

segunda-feira, maio 16, 2011

Geomarketing

Marketing Geográfico ou Geomarketing é uma ferramenta que indica a melhor localização para uma marca ou negócio, de acordo com um monte de variáveis de mercado. Essa disciplina poderia contribuir muito mais com a coletividade se fosse amplamente utilizada. Se o mercado imobiliário, por exemplo, usasse o geomarketing, poderia orientar seus clientes a morarem em locais onde já residem pessoas com gostos afins ou fornecedores para suas necessidades e vice-versa.

No mundo do Geomarketing pleno, estádios de futebol seriam erguidos próximos das residências dos torcedores. Para não cansarem a sua beleza batendo perna por aí, as dondocas ficariam cercadas de salões de estética. Baladeiros disporiam de inferninhos na porta de casa para não incomodarem moradores de outros bairros. E as bocas de fumo teriam delegacias vizinhas, o que economizaria aos cofres públicos despesas com deslocamento de agentes, gastos com investigação e outros insumos necessários ao trabalho da inteligência policial. E as churrascarias poderiam funcionar ao lado dos criadouros e frigoríficos, assim as pessoas não vegetarianas poderiam apreciar melhor todo o civilizado fluxo da cadeia produtiva da carne.

Já eu me contentaria em morar bem longe de tudo.